Interrupção desejada da gravidez



"ò amor..."

Fala.

"Ajuda-me a engravidar"

Então porquê? Sabes bem que não gosto de putos.

"É que o barco das WOW pasa cá perto daqui a uns meses e eu depois posso ir abortar lá."

Thought byBoabdil at 17:40 0 humans wrote something  

A formiga e o Elefante



Sinto-me esmagado pelo peso do destino que eu próprio escolhi. O que me poderá deixar mais triste? Combater nesta quimera? Ou saber que estou numa quimera por vontade própria?



E agora que devo fazer? Parar como a avestruz, enfiar a cabeça na areia e ficar á espera de ser comido pelos lobos? Assim terei cumprido com a minha função na cadeia alimentar. Ou pelo contrário escolher o destino anedótico da formiga que sobe a uma árvore, e dela salta para cima dum elefante tentando esmagá-lo com o seu peso? Pobre formiga… saltando ingloriamente no dorso do imponente opositor (?), enquanto que láem baixo um coro constituído pelo resto da colónia a incita:

“Salta, salta”

“Esmaga, esmaga”





E lá continua a formiguita a saltar. Não poderá o elefante pura e simplesmente sacudi-la do seu dorso? Ou esmagá-la acabando com o seu sofrimento? Poderia… se a sentisse no seu dorso. A insignificância da formiga não permite sequer que esta morra rapidamente. Vai acabar por morrer á fome, ou descer do elefante enquanto este vai para o cemitério. Mas nessa altura já estará demasiado longe da colónia para ser parte da comunidade.



Nota: As outras formigas, passada emoção da tentativa de elefantícidio, continuam a sua vidinha de lá para cá a alimentar a Rainha, que continua a gerar mais formigas para a alimentar. Enfim... mais formiga menos formiga... o que conta é a manutanção da colónia.



Assim me sinto. Uma formiga que em cima do dorso do elefante nem esmaga nem morre. Ou um bebé de colo cuja madrasta insiste em ter junto ao peito pronto a amamentar, mas sempre coberto por um wonderbra.







Acho que vou conservar o meu cérebro até ser altura certa de o usar (?)… Barmen! Barmen! Sirva-me uma moskovskaya!

Porra! Eu sou o meu próprio barmen. Melhor! Assim tenho á minha disposição todo o alcoól que necessito para o meu fim (literalmente).



Mas não vou desistir. Pelo menos até ao momento que a dona Ciência e os seus proxenetas não me expulsarem do prostíbulo.





Thought byBoabdil at 09:58 0 humans wrote something  

Bravo!!!

Thought byBoabdil at 10:27 0 humans wrote something  

“Citius, Altius, Fortius"



Sabia que o heroi dos jogos olimpicos de Berlim foi um atetla chamado Jesse Owens?



Sabia que nesse jogos Hitler planeava propangandear a superioridade da raça ariana?



Sabia que Jesse Owens era Negro?



Sabia que este Homem apesar de se ter tornado um simbolo da liberdade propagandeada pelos USA, sofria na pele as consequencias da segregação racial que ainda existia (perdurou por mais anos) em vários estados dos USA?



A liberdade é tão bonita. E a distorção da História também.



"Despite his success, the financial instability of the Owens family continued. Shamefully, at that time in America he was not offered any endorsement deals because he was black. In an effort to provide for his family, Jesse left school before his senior year to run professionally. For a while he was a runner-for-hire, racing against anything from people, to horses, to motorcycles. The Negro Baseball league often hired him to race against thoroughbred horses in an exhibition before every game. Jesse even raced against the some of the Major Leagues fastest ballplayers, always giving them a 10-yard head start before beating them. "

Thought byBoabdil at 09:01 0 humans wrote something  

Material world



Algumas raparigas gostam de me acariciar,

Algumas até me dão o seu corpo,

Por mim tudo bem,

Mas se não leram zaratrusta, adeuszinho



Podem mendigar o meu carinho,

Mas só levam o corpo (que não é nada mau)

Mãos de veludo são boas,

Mas uma boca que canta “Sour times”,

Leva-me ao delírio!!!



Porque eu vivemos num mundo material

E eu sou um intelectual.

Vivemos num mundo de sexo,

E sou um intelectual(óide)



Por isso se queres uns momentos bem passados,

Lê a coleção do JN e do público,

Depois pensa nela.

Queima o “Artista de circo”,

E deita-te ao meu lado..



Algumas raparigas pagam-me bebidas,

E outras querem fazer-me massagens,

Mas dou negas a todas,

Estou mais interessado seu “sumo”



Porque eu vivemos num mundo material

E eu sou um intelectual.

Vivemos num mundo de sexo,

E sou um intelectual(óide) triste.







Living in a material world

And I am a material girl

You know that we are living in a material world

And I am a material girl


Thought byBoabdil at 10:52 0 humans wrote something  

 Fogo fáctuo

 

 

É a bonança quando está longe e a tempestade quando está perto. Bom, quem anda à chuva molha-se. Até apanhar um resfriado, ficar de cama, aprender a lição e mudar-se para o deserto.

 

 

Thought byBoabdil at 13:52 0 humans wrote something  

Vacas com asas/Marquês

 

Olhei para o céu incomodado pelo que me estava a acontecer. Belas borboletas flutuavam por cima de mim enquanto defecavam sobre o meu corpo inerte. Estava com o corpo tão entranhado na erva fresca da manhã que não me conseguia mexer. A minha inércia estva pórem mais relacionada com torpor e ausência de vontade própria do que com qualquer sençacão de prazer. Até porque o cheiro que começava a incomodar-me... estva tudo tão bem enquanto umas vacas ruminavam á minha volta, até que aparecem estas borboletas armadas de kalashnikov e as vaquinhas para fazer hamburguers. E quem paga por isso? Eu, que estou a ser bombardiado por enormes poias, mais dignas do Dumbo do que destas descendentes de larvas...

 

Acordei!

 

Que sonho! Nem o vou tentar explicar. Já disse o que penso sobre sonhos. Aquilo que me rodeiava quando acordei era muito mais interessante. Estava deitado no que parecia ser uma sala de jantar, com a desordem natural após uma grande festa. E que festa, a minha dor de cabeça (a secura da garganta) eram reveladoras de parte do se havia passado. Já com o ohlos a focar melhor distingui alguns corpos caídos. Ao reconhece-los veio-me à memoria a noite passada. Com todos os pormenores.

 

A noite começou com um repasto dingo de mim: um Rei. A gula assim o exige. Uma barriga saciada com comida e um cerébro etilizado são o sempre um bom desibinidor (mas... quem precisa disso entre amigos? Todos nós!). com em todas as festa há um corte, e quando a avareza se sobrepõe ao convívio amigável... mais vale nem aparecer. Com a decorre da noite a festa amena tornou-se uma violenta orgia.

 

Subjuguei a ira e a injeja e ordenai-lhes que executassem um belo fellatio ao orgulho. Pensei em sodomizar de supresa a minha amiga preguiça, que dormia sossegada num sofá. E sodomizei. Foi tão engraçado vê-la acordar com as dores! E, como esperado, nem sequer mexeu um dedo para me afastar de si. Mas eu fi-lo de vontade própria, a necrofilia não faz parte dos meus gostos.

 

Que cheiro agradável é este? A minha única amada: Lúxuria. Excitado pela semi-sodomia anterior, ajoeilhei-me a seus pés, e embora nesta posição submissa, dignei-me a executar-lhe um cunnilingus com a suavidade da seda. Animada por esta minha iniciativa, a lúxuria passou o resto da noite comigo. E unidos tivemos orgasmos que seriam dignos de deuses se estes existissem. Com ela deitada do meu lado tenho vontade de expulsar os restantes convidados e ficar a sós com a minha escolhida.

Thought byBoabdil at 09:49 0 humans wrote something